Tropa de Elite (2007) — Tem Lacração? Vale o Play?
Por que recebeu essa nota: Só não leva 100% porque a intenção do diretor nas entrevistas era criticar o BOPE — mas na tela o povo brasileiro inteiro aplaudiu o Capitão Nascimento.
⚡ Em 30 Segundos: Perguntas Mais Buscadas sobre Tropa de Elite (2007)
1. Tropa de Elite vale a pena assistir?
SIM, OBRIGATÓRIO! Um dos melhores filmes já feitos no Brasil: ritmo acelerado, história real e nada de tratar bandido como coitadinho.
2. Tropa de Elite tem lacração?
ZERO LACRAÇÃO. Pelo contrário: desmascara sem dó as ONGs de favela e os riquinhos de faculdade que financiam o tráfico.
3. Dá para ver na sala com a família?
SÓ ADULTOS E JOVENS (16+). Não tem cena de sexo, mas tem tiroteio pesado, tortura e muito palavrão de quartel.
Análise DireitaFlix: Tropa de Elite (2007)
“Bandido não é vítima da sociedade, ONG não entra no morro sem pedir bênção pro tráfico e quem paga a bala que mata policial é o playboy que compra droga.”
Qual é a História? (Sem Spoilers)
No Rio de Janeiro de 1997, antes da visita do Papa, o Capitão Nascimento (Wagner Moura) precisa achar um substituto para o seu lugar no BOPE enquanto tenta estar presente no nascimento do primeiro filho. Do outro lado, dois amigos honestos recém-formados — Neto e André Matias — entram para a PM comum e batem de frente com um batalhão cheio de propina e covardia.
3 Pontos para Reparar em Tropa de Elite
Negro, pobre e morando em alojamento, ele estuda Direito de madrugada para vencer na vida pelo próprio suor, derrubando a desculpa de que pobreza transforma alguém em bandido.
Repare que a ONG só funciona porque o chefe do tráfico deixa, serve para distribuir santinho de político e nunca percebeu que o menino Romerito só precisava de um par de óculos para estudar.
Filhos de empresários e juízes chamam a polícia de corrupta e covarde, até Matias enfrentar a turma lembrando quem financia o tráfico.
O Final Explicado de Tropa de Elite (2007)
Personagens, Símbolos e Vida Real
Mérito e Honra na Prática. Enquanto na PM comum os cargos são dados por indicação política e na faculdade todo mundo vive no mundo da lua, no BOPE não tem padrinho nem jeitinho: não importa se é branco ou negro, rico ou pobre — só veste a farda preta quem aguenta o treino e não aceita propina.
A Esquerda Caviar de Condomínio. Moram nos bairros mais caros do Rio, falam mal da polícia na aula, compram e vendem droga dentro da faculdade e tratam o trabalhador negro real (Matias) como inimigo no segundo em que descobrem que ele é policial.
O Escudo Político do Tráfico. O filme mostra a verdade que a TV esconde: ONG em favela dominada só entra se pedir licença pro chefe do tráfico, serve de cabide de votos para senador e não resolve o problema básico de uma criança que não enxergava o quadro.
O Fim da Mentira do 'Bandido Bom Moço'. Ao contrário das novelas que pintam o traficante como protetor da favela, Baiano é um covarde cruel que mata adolescente trabalhador, dá coronhada na cara dos voluntários da ONG e queima jovens vivos no pneu.
Cenas Marcantes Comentadas
Mesmo Quartel, Escolhas Diferentes
O sistema é tão podre que até quem quer trabalhar suja as mãos. Mas o filme separa quem rouba para encher o bolso de quem só quer botar a viatura na rua.
Quem Paga o Fuzil do Traficante
Acaba com a desculpa de que o usuário de drogas é 'inocente': sem o dinheiro do maconheiro rico, o tráfico não teria fuzil de guerra.
Matias Enfrenta a Turma na Faculdade
Um dos melhores momentos do cinema brasileiro: o policial pobre que vive a guerra na pele enfrenta uma sala inteira de militantes mimados.
A Militante Pedindo Socorro pra Polícia
Prova que não existe militante anti-polícia quando o perigo bate na porta: na hora do aperto real, é atrás da farda que todo mundo corre.