Coringa (2019) — Tem Lacração? Vale o Play?
Por que recebeu essa nota: Perde 15% por dois motivos: o filme trata o corte de verba como causa da tragédia, quando o problema real é depender só do governo; e o assassino fica com a última palavra, aclamado pela multidão.
⚡ Em 30 Segundos: Perguntas Mais Buscadas sobre Coringa (2019)
1. Coringa vale a pena assistir?
SIM, ATUAÇÃO HISTÓRICA! Joaquin Phoenix entrega um filme tenso e realista que prende do início ao fim.
2. Coringa tem lacração?
ZERO LACRAÇÃO. O diretor largou as comédias porque disse que 'a cultura woke matou o humor' e fez um filme cru sobre a realidade.
3. Dá para ver na sala com a família?
SÓ ADULTOS (16+). Não tem sexo nem nudez, mas o clima é pesado e tem 3 cenas fortes de violência.
Análise DireitaFlix: Coringa (2019)
“A esquerda achou que era um filme contra os empresários, mas quem joga Arthur Fleck na sarjeta sem remédios é o posto de saúde do governo.”
Qual é a História? (Sem Spoilers)
Em uma Gotham City falida e suja de lixo por causa de greves, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço de aluguel enquanto cuida da mãe doente. Quando a prefeitura fecha o posto de saúde, corta seus remédios e um apresentador famoso de TV usa sua doença para fazer piada em rede nacional, ele perde o controle.
3 Pontos para Reparar em Coringa
A funcionária até fica do lado de Arthur e pede desculpas, mas avisa que cortaram a verba e o consultório vai fechar. Repare quando ele pergunta como vai pegar os remédios.
Os dois primeiros tiros acontecem quando Arthur está apanhando no chão de três covardes; mas quando ele corre atrás do terceiro ferido na escada para executá-lo, ele cruza a linha e vira criminoso.
O apresentador dá lição de moral no ar, mas coloca o vídeo de um homem doente no programa só para rir dele e ganhar audiência.
O Final Explicado de Coringa (2019)
Personagens, Símbolos e Vida Real
O Retrato do Serviço Público Falido. A assistente social até fica do lado do paciente, mas não tem o que fazer: a prefeitura cortou a verba e fechou o atendimento. Político nunca corta o próprio privilégio — corta sempre o remédio de quem está na ponta.
A Hipocrisia da Grande Mídia. Na frente das câmeras, posa de bom moço preocupado com a sociedade; nos bastidores, expõe um homem pobre e doente ao ridículo nacional só para subir a audiência do programa.
A Tragédia de um Lar Sem Pai. O arquivo do hospital revela a verdade que destrói a tese da esquerda: a loucura de Arthur não veio 'do capitalismo', mas de ter sido adotado por uma mulher desequilibrada e espancado na cabeça pelo namorado dela na infância.
A Turba Violenta de Esquerda. Os manifestantes que gritam contra os ricos não ajudam nenhum pobre: eles usam um assassino desequilibrado como ídolo para queimar carros, destruir comércios e matar um pai e uma mãe na frente do filho (Bruce Wayne).
Cenas Marcantes Comentadas
A Cidade Abandonada pelo Poder Público
Mostra de cara uma prefeitura falida que não entrega nem a coleta de lixo.
A Prefeitura Corta os Remédios do Paciente
Quem joga um paciente psiquiátrico grave na rua sem tratamento é a própria máquina pública.
A Verdade no Prontuário: Abuso e Falta de Pai
Desmonta a mentira de que 'o mercado criou o Coringa': a raiz da tragédia foi um lar destruído, sem pai para proteger a criança.
O Acerto de Contas com o Apresentador de TV
Escancara o cinismo de programas de TV que fingem empatia, mas usam a desgraça alheia para ganhar dinheiro.